10
ago
2018

A votação ocorrerá até o dia 17/08/2018.

31
jul
2018

A menina que usava vestido e tênis – Segundo capítulo

Acordei no dia seguinte, com um berro em meu ouvido:
— Bom dia! Vamos acordar mocinha?!
— Vó, mas hoje é férias!- falei ainda com os olhos fechados.
— Não é a sua vó! É a sua mãe!- ao ela terminar a frase, caí da cama.
— Você está bem filha?
— Agora que você chegou não.
— Me dê uma chance!- ela me ajudou a levantar.
— Para me largar novamente? E afinal, por que está aqui?
— Eu decidi te levar mais cedo pra cidade…
— Quê?!?!?!- gritei desesperada. — Não! Você não pode!
— Posso sim! Tanto, que já arrumei nossas malas para a viagem!- ela ergueu duas bolsas cheias de roupa.
— Por que você me odeia tanto?- falei desanimada.
— Eu não te odeio filha! Eu quero apenas passar mais tempo com você!
— Diz isso quando eu era pequena, e você me largou no sítio da vovó!
— Foi errado eu ter feito aquilo…- ela disse segurando minhas duas mãos.
— E você vem me dizer isso depois de dez anos?- a porta se abre, e de lá, aparece alguém.
— Você não quer que eu me transforme na vó rockeira depois de que eu me separei de seu avô, não é?
— Vovó!- disse a abraçando.
— Se você me ama tanto assim, por que não vai com a sua mãe? Vai ser apenas dois meses!
— Okay, mas eu só vou porque você insistiu, vovó!
— Assim me sinto mais aliviada- minha mãe disse, enquanto pegava as malas e ia se direcionando ao carro.

Nós iríamos viajar de avião. Então fomos até o aeroporto (que infelizmente era longe, pois morávamos no campo) e tivemos que esperar exatamente trinta e cinco minutos, porque tínhamos chegado atrasadas, e era para esperar o próximo voo.
— Filha você está muito quieta! Não falou o caminho todo!
— É que eu estou um pouco nervosa, ou será ansiosa?
— Não se preocupe com isso! Quando chegarmos lá, vou te mostrar o que é um celular!- eu olhei para cara dela com nojo.
— Você realmente acha que eu não sei o que é um celular?- quando terminei a fala, o avião estava pronto para os passageiros entrarem.
— Olha nosso avião chegou!- ela falou disfarçando.
Ao entrarmos no avião, tropecei em algo e caí de cara no chão.
— Você está bem?- alguém estendeu sua mão.
— Sim!- me levantei e olhei ao seu rosto. Era uma menina de cabelos castanhos curto, e olhos mais escuros que a noite.
— Oi! Me chamo Camillie!
— Me chamo Ketyllin!
— Você é daqui de Chapecó?
— Na verdade não, sou de Guatambu, é uma cidadezinha perto daqui.- falei um pouco tímida — E você?
— Eu sou de Florianópolis, mas vou começar a morar em São Paulo com o meu amigo…infelizmente…-a última palavra ela sussurrou.
— Por que você vai morar com seu amigo?- perguntei curiosa.
— Nossas mães são muito próximas, e tiveram a brilhante ideia de morarmos no mesmo apartamento!
— Que chato…- falei
— Concordo!- então sentamos em uma dupla de sofás- Aquela é sua mãe?- ela apontou para ela, que estava acenando em nossa direção
— Infelizmente sim.
— Nossa!- ela riu da situação- Você é bem legal Ketyllin!
— Pode me chamar de Kety!
— Meu apelido é Millie!…
Passou se uma hora de conversas alheias entre eu e a Millie. Enfim o avião havia pousado.
— Até mais Millie!- dei um abraço nela.
— Antes de você ir em bora,- ela anotou algo em minha mão- esse aqui é o meu telefone. Para nos manter contato!
— Mas eu…- antes que eu pudesse terminar a frase, Camillie já havia ido embora.
Olhei para trás, e vi minha mãe, de um sorriso de canto à canto.
— Filha tenho que te mostrar minha casa!- ela falou me pegando por um braço, e me guiando à algum lugar.
Ela havia chamado um Uber , e em poucos minutos já estávamos na nossa nova moradia.
Era uma casa branca de dois pisos. O residencial era incrivelmente lindo! Todo decorado com flores, e uma pequena fonte de água para decoração!
— Mãe, essa casa é excelente!
— Filha… não é essa casa, é a do lado!- olhei a casa e tomei um susto! Um condomínio de madeira podre, caindo aos pedaços. Era térrea e estava mal pintada de azul. O jardim era pequeno, e em vez de grama, como a casa branca ao lado, era barro vermelho!
— Por que não vá cumprimentar seus vizinhos?
— Tá bom… já que essa casa está quase desabando…- falei me dirigindo à casa de “Barbie” dos meus sonhos.
Bati na porta três vezes, porém ninguém atendeu.
— Olá? Tem alguém aí?- falei olhando ao redor.
— Quem ousa atrapalhar minha aula de canto?- saiu da porta uma garota da minha idade, de cabelos loiros compridos, e de olhos azuis.
— O-olá. Me chamo Ketyllin! Sou sua nova vizinha!- dei um sorriso um tanto forçado
— E eu com isso?!- ela fechou a porta na minha cara. Pelo jeito, os meus vizinhos eram bem “educados”.
Em vez de eu entrar na minha casa, decidi passear pela cidade grande. Era realmente enorme São Paulo. Toda movimentada, e cheia de prédios. Era o oposto de Guatambu. Dei uma olhada em volta, e vi uma pracinha, onde poderia sentar e tocar meu violão.

Peguei-o, me sentei em um banco, e comecei a tocar:
“I come home in the morning light
My mother says when you gonna live your life right
Oh mother dear we’re not the fortunate ones
And girls they wanna have fun
Oh girls just want to have fun”
De repente, uma menina sentou-se ao meu lado e começou a cantar junto:
“The phone rings in the middle of the night
My father yells what you gonna do with your life
Oh daddy dear you know you’re still number one
But girls they wanna have fun
Oh girls just want to have (…)”
— Nossa essa é minha música favorita! Claro depois de Havana, e New Rules!
— A minha também! Depois de Every Breath You Take, e All Star!
— Qual é o seu nome?- a menina me perguntou curiosa.
— Kety! Na verdade… Ketyllin! E o seu?
— Sabrina! Você é nova por aqui né?
— Como você sabe?
— Seu sotaque é caipira!- ela riu
— Isso não tem graça!- cruzei meus braços indignada
— Okay, okay… Mudando de assunto, a onde você irá estudar?
— Estou aqui apenas nas férias… Mas a onde você estuda?- falei com o propósito de conhecer mais a cidade
— Na escola “ High School Masks”! Vou para o nono ano!
— Que coincidência! Também irei para o nono ano! Só não entendi uma coisa… Por que se chama “Masks”- falei pensativa
— É uma escola de artistas. A especialidade deles é teatro! Por isso “Masks”!
— Então essa escola não seria pra mim! Nunca fiz curso de teatro, muito menos participei de alguma peça!
— Talvez seu pai queira que você participe da malhação!- ela disse rindo… Porém eu fiquei calada por um tempo, e a mesma percebeu o silêncio.
— O que houve?
— É que eu… Eu não tenho pai…- falei sentindo meus olhos inundarem de lágrimas- Mas está tudo bem! Afinal, você não sabia- terminei limpando meu rosto
— Sinto muito… – ela olhou para baixo.

Continua…

(Júlia Mantelli Copatti – 7º Ano A)

28
maio
2018

A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO

Era uma vez, em uma escola com nove turmas, do 1º ano ao 9º ano. O 8º ano era a turma mais chata, quase todos os professores não gostavam dessa turma, só uma professora gostava dessa turma, a professora de português, ela se chama professora Silvana, ela é uma professora muito legal, ela ensina verbos, tipos de substantivos outras regras muito legais.

E nessa turma tem três meninos muito chatos, que não querem aprender nada. Eles só querem fazer bagunça e palhaçadas, os nomes deles são o Carlos, o João e o Felipe. Também há nessa turma também três alunos muito estudiosos, organizados e muito legais que são: o Marcelo, o Rafael e o Manoel.

Em um belo dia, a professora Silvana, vem com a notícia que vai ter uma olimpíada de português chamado de OBPEP (Olimpíadas Brasileira de Português de Escolas Públicas e Particulares). E a professora pergunta quem quer participar da OBPEP, e os seis alunos falam que querem participar. Então a professora foi inscrever os alunos, e os dois trios de amigos estudam muito, muito mesmo.

Quando chegou o dia da olimpíada, esses seis alunos ficaram muito nervosos, então começou a olimpíada, eram 15 perguntas sobre as regras da língua portuguesa.

Os três alunos Marcelo, Rafael e Manoel sabiam responder todas as perguntas, e os outros três alunos não sabiam responder nada, e o troféu foi para os três alunos que sabiam responder tudo. E os três alunos que não se importavam em estudar, viram como é importante estudar, e daí em diante disso, o Carlos, o João e o Felipe se dedicaram mais aos seus estudos, para que no futuro, eles tenham profissões boas para trabalhar.

(Gabriel Silva Ribeiro, 6º Ano A)

11
abr
2018

A menina que usava vestido e tênis – primeiro capítulo

Meu nome é Ketyllin, e moro com minha vó em uma fazenda. Lá é um lugar muito
bonito, e silencioso, mas mesmo assim, gostaria de conhecer a cidade grande algum dia…

— Kety! Venha almoçar!- disse minha vó, me acordando de meus devaneios.

— Já vou vó!- falei descendo as escadas. Eu estava na minha casa na árvore.

Ao chegar na cozinha, vi minha vó pondo as comidas na mesa, extremamente feliz.
Sentei-me na cadeira e ela começou a falar:
— Ketyllin! Tenho uma novidade para você!

— Sério? O que é vovó?

— Você vai ir para a cidade grande!

— O quê?!?!?!- falei espantada.

— Minha neta querida! Sua mãe quer que você vá para São Paulo!

— M-Minha mãe?- gaguejei

— Claro! Você passará as suas férias de verão lá!

Eu realmente queria muito ir à cidade grande, mas não queria que fosse hoje! Fiquei tão
espantada com a notícia, que fui para o meu quarto, sem mesmo ter almoçado.

Estava destruída! Se nem no campo consigo fazer amigos, então imagina em São Paulo!
E além do mais, não quero ver minha mãe! Ela tinha me largado com minha vó desde que meu
pai faleceu! Naquela época tinha apenas cinco anos! Eu era muito ingênua! Por que agora ela
me quer de volta? Para ser sincera, nem me lembro de seu rosto!

Ao lembrar daquilo, as lágrimas rolavam em minha face. Por que? Por que ela tinha que
tornar tudo tão difícil? Eu compreendo como foi lidar com a perda de meu pai, mas precisava?
Precisava ter me afastado da cidade, me afastar de tudo que eu amo? Agora ela faria a mesma
coisa! Me afastaria do local onde já estava acostumada a viver! O local onde vivi a maior parte
da minha vida! Eu estava indecisa. Mas de qualquer modo, não teria escolha. Olhei ao meu
violão encostado na parede, e pensei: “Se for para eu ir à cidade, tenho que levá-lo”. Talvez eu
esteja disposta a viver uma grande aventura!

— Kety!? Você está bem?- minha vó abriu a porta, se deparando comigo deitada na cama, de
cabeça para baixo.

— Estou vó, estou…- falei me levantando da cama.

— Venha cá minha netinha sardenta- falava isso, enquanto apertava minha bochecha.

Dei um forte abraço nela, e saí do meu quarto.

Eu era uma menina às vezes bem simples, cabelos aos ombros repicados e ruivos, um
monte de sardas, olhos azuis cintilantes, e de mais ou menos, um metro e sessenta e cinco de
altura. Minha vó e eu, costumávamos fazer uma brincadeira. Geralmente quando uma de nós
ficava triste, a outra apertava as bochechas da outra. No meu caso, a vovó apertava minhas
sardas. Ela até deu um apelido de “menina sardenta”. Era engraçado.

Depois de todo aquele drama, peguei meu violão, e fui direto à minha casa na árvore.
Então comecei a toca-lo para descontrair, era como um leve sopro de vento fazendo melodias
agradáveis em meus ouvidos. Cada nota que tocava, a música se tornava cada vez mais difícil.
Será que isso era uma referência à minha vida? Olhei ao meu redor, e estava cercada de livros
musicais. Aquilo para mim era um hobbie! Eu amava tocar violão!

Me lembro, que com sete anos de idade, meu vô me ensinou a tocar o instrumento.
Hoje em dia, meu vô não mora mais com a gente. Ele se divorciou de minha vó, aos meus 13
anos. Na época, ela não conseguia lidar com a situação, foi bem difícil para ela no começo, mas
felizmente, suportou a perda. Na verdade isso ocorreu recentemente, no meu aniversário de 14
anos, ano passado.

Quando me toquei, estava tocando uma música, com melodias frias. Parei no mesmo
instante, meus dedos já estavam sangrando. Então fui olhar a janela, e percebi que já era noite.
Infelizmente eu havia perdido o pôr do sol. Desci então, da árvore, e me deparei com o meu
cavalo Star Fire. Eu tinha ganhado ele antes de meu pai falecer, ele havia me dado.

O cavalo parecia atordoado com algo, não entendi bem o porquê. Olhei em volta, mas
era inútil naquele breu. Então ouço um uivo alto. Devia ser um lobo. Saí correndo e fui chamar
minha vó.

— Vó! Tem um lobo aqui na fazenda!- berrei, fazendo a mesma pular da cama.

— Onde?!?!?- ela pegou sua espingarda.

— No estabulo!- apontei para Star Fire.

Nós então, fomos devagarinho com uma lanterna, até o estabulo dos cavalos. Mas ao
chegar lá, o lobo havia sumido. Aquilo tinha me deixado nervosa.

— Vá dormir Kety! Você deve ter ouvido coisas!

Então fomos para cama. Demorei para pegar no sono, ainda suspeitava de algo. Star
Fire não daria coices do nada! Eu sei bem o que eu ouvi! E tinha sido o uivado de um lobo! Isso
me deixava confusa. A minha vida estava sendo chacoalhada de cabeça para baixo. Eu deveria
parar de devanear tanto! Às vezes, minha mente vive viajando. Então olhei a foto do meu pai,
dei um beijinho e dormi.

Continua…

 

(Julia Mantelli Copatti)

03
abr
2018

Confusão

O que sinto?

O que como?

O que faço?

Sou legal?

 

Sou irritante?

Sou gentil?

Sou irritante?

O que fazer nessas horas?

Chorar alivia a dor?

O que esta acontecendo?

 

Por que estou confusa

Com essa vida?

Essas semanas?

O que eu quero?

 

O que tenho?

O que sou?

Eu ajudo as pessoas?

Eu atrapalho as pessoas?

Eu sou troxa?

Sim?

Não?

Talvez?

Minha cabeça vira

De ponta cabeça

Não para

Não funciona

 

Só perguntas

E mais perguntas

Por que?

Por que fazemos poemas?

Por que pensamos através

De um lápis?

Por que existe

O por quê?

 

Aluna: Ana Carolina Brandão Santos Scassiotti – 9º ano

(Texto produzido em 2017)

13
mar
2018

Criado em 2017 pela Professora Bianca de Língua Portuguesa, o Projeto Escrevendo vai trazer ao público, textos escritos pelos alunos por interesse próprio, com o aval da Professora.

Inicialmente vamos divulgar os textos feitos no ano passado, e ao longo do ano estaremos postando mais textos.

Saiba um pouco mais sobre o Projeto:

“Escrever e ler um texto é algo sério (…) é aprender como se dão as relações entre as palavras na composição do discurso. É tarefa de sujeito crítico, humilde e determinado. (…) implica que o escritor ou leitor se adentre na intimidade do texto para aprender sua mais profunda significação.” (Paulo Freire, 1992)

Para que escrever só quando vale nota? Professora posso escrever textos fora do horário da aula e você lê todos? Escrever somente por uma nota? Quem lê os meus textos? Posso escrever um texto criativo?

O projeto ESCREVENDO surgiu desses e outros questionamentos feitos pelos alunos e por mim sobre a relação entre escritor – texto – leitor. Pois entendo que o texto deve ser produzido para o maior número de pessoas lerem e não somente por uma nota. Além disso, a escrita deve ser estimulada, assim como a leitura, e independentemente do gênero discursivo (BAKHTIN, 2011) escolhido pelo aluno.

E por tudo isso, esse projeto tem por objetivo estimular a escrita de textos criativos (e não obrigatórios), dos alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamenta II, da Escola À Nova Dimensão.

Boas leituras!

Abraços, professora Bianca M. Bortoluzzi

12
dez
2017

Chegaram as férias escolares, e como nossas crianças estão curtindo este período?

Foi-se o tempo que as crianças podiam brincar livremente pelas ruas e parques sem qualquer empecilho. O número de carros na rua aumentou, a violência urbana não para de crescer, junto com isso a preocupação de pais em deixar seus filhos brincarem ao ar livre ficou ainda maior. Outro empecilho e grande vilão do brincar ao ar livre é a tecnologia. Atualmente as crianças passam grande parte de seu tempo em smatphones, tablets, videogames e outros aparelhos que deixam as crianças presas em um mundo virtual.

Como professor de educação física pude constatar durante muitas observações, a diferença de alunos que tem o hábito de brincar ao ar livre, para os alunos que ficam mais presos aos jogos e equipamentos eletrônicos. O desenvolvimento motor de crianças depende muito do “brincar”. Simples gestos em brincadeiras como saltar, correr ou pular são importantíssimos para que das crianças adquiram esses padrões motores fundamentais. Crianças que não tem o hábito de brincar ao ar livre, apresentam dificuldades para desenvolver em atividades físicas e esportivas num futuro, isto de deve pela falta destes padrões motores fundamentais que são adquiridos através de brincadeiras.

É evidente que os desafios e os empecilhos para incentivarmos nossas crianças para brincar ao ar livre são muitos, porém não podemos nos acomodar. Cabe aos pais e educadores, a missão de incentivar e criar estratégias para que nossas crianças consigam simplesmente serem crianças.

Para ajudar nesta missão, vou dar algumas dicas:
– Crie espaços em seu quintal de casa para brincadeiras. Como gramados, árvores, brinquedos, equipamentos para esportes, entre outros.
– Caso você more em apartamento, participe das reuniões de condomínio e revindique por espaços para as crianças.
– Leve seu filho para brincar em parques, áreas verdes e praias.
– Crie uma rotina para o seu filho, colocando limites para os jogos e equipamentos eletrônicos.
– Incentive seu filho a chamar os colegas para brincar, e que ele também vá à casa de amigos, mas sempre lembrando que eles devem gastar a maior parte do dia com brincadeiras ao ar livre.

Professor José André (Futsal).

20
set
2017

Nosso novo site está mais interativo e com mais conteúdo.

Através dele você pode acessar as plataformas do Aluno On-line, Positivo On e Ambiente Escolar. Além disso você fica por dentro das notícias, informações e muito mais sobre nossa escola.

E aí, gostou? Mande suas sugestões através da página Contato.